Arquivo do mês: março 2010

End of term 1

É galera, eu falei que ia tentar postar com frequência, mas nesses dias tá complicado. Tô passando por aqui pra explicar porque não tenho postado muuito e porque só vou voltar a postar nas férias.

É o seguinte, hoje é dia 22/03, já saí do Brasil há dois meses (certinho, saí dia 22/01) e já tá chegando o final do primeiro bimestre, o que significa que eu tô toda atolada, cheia de coisa pra fazer e sem tempo pra vir aqui contar novidades.

Aproveitando que já tô aqui e que já tô falando de como eu tô atolada, vou falar tudo que eu tenho pra fazer até o final da semana que vem:

  1. 23/03: Issue analysis de ESL do ano 12 (que seria o terceiro no Brasil), vai ser tipo uma prova oral sobre o assunto que nós estamos analisando, que é bebês prematuros e intervenção médica.
  2. 23/03: Apresentar pelo menos o tópico e uma definição do trabalho de física sobre ondas. (o meu é ultra sound)
  3. 24/03: Para ESL do ano 11 (segundo ano), entregar uma folha com a resposta de 15 perguntas sobre o filme Awakenings.
  4. 24/03: Apresentar o practice test de química.
  5. 24/03: Entrevista com o Mr. Dance (professor de research methods) para meu research project sobre international students.
  6. 25/03: Para ESL do ano 12, entregar 5 annotated bibliography sobre 5 artigos do meu research project de ESL, com resumo e crítica.
  7. 25/03: Teste de química.
  8. 26/03: Para research methods, entregar a time line do meu research project de research methods completa.
  9. 26/03: Em research methods, discussão com o professor, apresentando meu avanço na matéria e no research project.
  10. 27/03 e 28/03: Viagem para Kangaroo Island.
  11. 29/03: teste de matemática com toda a matéria do term.
  12. 29/03: entrevista com a professora de ESL do ano 11 para meu research project.
  13. Algum dia semana que vem: teste de física sobre movimento, ondas, luz, refração, reflexão, snell’s law, total internal reflection e som.

Acho que já deu pra notar que eu tô completamente entupida de tasks, isso sem contar os deveres de casa, que alguns professores passar pelas mesas pra conferir. É gente, sinto muito, mas não vai dar pra postar mais antes das férias.

Mas, pelo lado bom, estão chegando minhas férias (tenho 2 semanas de férias no final de cada term, ou seja, bimestre). Sexta da semana que vem é sexta-feira de páscoa, então não tenho aula, daí volto aqui pra contar as novidades pra vocês. =D

Obrigada pra quem acompanha o blog e beijo no coração de quem tá se matando de estudar pras provas bimestrais e não tem férias depois delas. =*

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Intercâmbio, School

MHS e música.

Ok gente, esse vai ser um dos posts mais nerds do blog, mas nem ligo. =D

Vou falar um pouquinho sobre a minha escola, a Marryatville High School, e a especialização dela em música.

Acho muito interessante como eles valorizam a música lá, tem alunos que saem de casa 1 hora antes da aula porque moram longe e estudam na MHS por amor à música, muitos deles vão fazer música na universidade.

Tá, agora você deve estar pensando “e o que que você tem a ver com isso?”, e bem ou mal é uma boa pergunta. Minhas matérias na escola são física, química, matemática, inglês de segundo ano, inglês de terceiro ano e método de pesquisa, aonde diabos a música se encaixa? No início do ano eu pensei isso, achei inútil ir pra um colégio especializado em música se eu não estudava música desde a sétima série e não pretendia voltar a estudar, mas sabe como é, uma vez ligada à música, sempre ligada à música. Já fui do coral do Batista, do grupo de flautas do Pedro II, do coral do Pedro II, do coral do Palas… Até que eu descobri que o MHS dá aulas de canto e também tem coral. Aliás, não só um, mas uns 4 ou 5 com formações diferentes.

Conversei com uma das minhas melhores amigas no MHS (que por sinal faz música, toca violino e várias outras coisas) e decidimos entrar juntas pra aula de canto, que tem como pré requisito fazer parte do coral, então também vamos entrar pro coral.

O Problema surgiu quando eu descobri que podia aprender a tocar clarinete, DE GRAÇA. Sério, fiquei MUITO empolgada com isso, mas aí me disseram que eu teria que escolher entre aulas de canto e aulas de clarinete. Passei uma semana pensando nisso e só hoje decidi que vou continuar com o canto. Mas não foi uma decisão fácil, aprender a tocar clarinete sempre foi meu sonho, meu pai sabia tocar e tinha um clarinete quando eu era pequena e tal… Mas as aulas de canto são tão divertidas que vou continuar fazendo aulas de canto com a Olivia.

Então vou falar um pouquinho das aulas de canto: elas acontecem às quartas-feiras, cada semana em um horário diferente e, por incrível que pareça, durante o horário de aula. E os professores acham a coisa mais normal do mundo. Por exemplo, hoje eu perdi um pedaço da aula de química e um pedaço de física pra ir pra aula de canto.

A aula é quase particular, numa sala pequenininha, só com o professor, eu e a Olivia, mas é super divertida, o professor é um amor e ele deixa a gente escolher as músicas que nós queremos cantar. As duas primeiras a Olivia escolheu, muito bonitas por sinal, a terceira eu escolhi, minha música preferida. Vou botar o vídeo delas aqui pra vocês ouvirem.

Primeira: When you say nothing at all. (Olivia que escolheu)

Segunda: Only Hope. (Também da Olivia, muito linda, é de um amor para recordar, ou walk to remember, em inglês)

Terceira: White Flag (Eu que escolhi, é minha música preferida *-*)

Então é isso, espero que tenham gostado das músicas e do post. Vou continuar nas aulas de canto e entro no coral bimestre que vem, porque faltam só duas semanas pra acabar o primeiro bimestre, então quando eu tiver mais músicas, novidades ou coisas assim eu venho aqui contar pra vocês. =D

Beijinhos e obrigada por passar por aqui, até a próxima. =**

3 Comentários

Arquivado em Intercâmbio, School

O Viajante

Oi gente, tá aí um post novo pra vocês saberem um pouquinho mais sobre o que eu tenho passado aqui.

Pra começar, quero muito falar de uma música do Forfun, do álbum polisenso que quando eu ouvi me identifiquei com ela na hora. Parece até que escreveram depois de fazer intercâmbio. Tô falando de O Viajante.

O Viajante – Forfun

É, o tempo é uma coisa relativa
Se hoje fosse ontem, amanhã seria hoje
De qualquer forma eu to tranqüilo
Do jeito que tá que tá bom
Como dizia o síndico
Vai saber o que o gorila pensa

Pedi minhas contas, viajei e caí no mundão
Vou ver o mundo tendo o mundo como anfitrião
Florestas, rios, cidades e litorais
Pessoas, sentimentos, tradições e rituais
Colocarei meus pés em trilhas, pedras, manguezais
Fazendo o elo entre meus filhos e meus ancestrais
Serei sincero com o meu verdadeiro ser
Quero servir, quero ensinar, eu vim pra aprender

Me sinto em casa em qualquer lugar
Mas sou turista em todos
Sou viajante em qualquer lugar
Sou uma parte do todo

Num sonho eu era como o vento e podia voar
Voei pra ver as maravilhas de cada lugar
Dancei com os índios, mergulhei entre os corais
Troquei idéia com um coroa que era demais
Vi dreadlocks e confetes bailando no ar
E três amigas se abraçavam de se transbordar
Agradecido, aplaudi o pôr-do-sol
Por onde for terei seu fogo como o meu farol

Me sinto em casa em qualquer lugar
Mas sou turista em todos
Sou viajante em qualquer lugar
Sou uma parte do todo

Ê mundão, seu filho venceu o breu
Unifiquei meu corpo ao teu
E já não existe mais “eu”

Me sinto em casa em qualquer lugar
Mas sou turista em todos
Sou viajante em qualquer lugar
Sou uma parte do todo

Me sinto em casa em qualquer lugar
Mas sou turista em todos
Um viajante interestelar
Sou uma parte do todo

Tá aí, o vídeo e a letra. Achei interessante colocar aqui, porque me identifiquei 100% com essa música. E aquela parte “dancei com os índios, mergulhei entre os corais” parece muito a discrição da viagem de Cairns aqui na Austrália, quem for vai dançar com índios (aborígenes) e mergulhar nos corais. =D Me identifiquei até com a primeira estrofe, porque lembrei de conversas sem nexo no Mc Donalds e do pai de Chico César. Como diria o Pedro (carioca e intercambista em Adelaide), a frase que resume nosso intercâmbio é “Eu sou o pai de Chico César.”

Então gente, agora vou dormir porque já postei demais, amanhã acordo cedo e tenho que estar disposta pra assistir sete tempos de aula. Espero que tenham gostado da música. =D

P.S.:se quiser, tá aí meu twitter e formspring, que eu uso com mais frequência, por serem mais práticos e rápidos:

  • twitter.com/vivimascarenhas
  • formspring.me/vivity

Deixe um comentário

Arquivado em Intercâmbio

Homesickness

É galera, só falei das coisas boas, lindas e maravilhosas, mas como todo mundo deve saber, nem tudo são flores quando começa seu intercâmbio.

Homesick é o adjetivo que os OZ usam pra perguntar se eu tô sentindo muita falta de casa, do brasil, da família, amigos e tudo mais. E sim, eu tô.

http://en.wikipedia.org/wiki/Homesickness taí pra quem entende inglês, a explicação da mãe wikipedia.

Pra começo de conversa, já começa a bater aquele desespero bolado quando você está no Brasil e começa a contar os meses, e depois começa a contar os dias. Daí você faz as malas e pensa “CACETE, EU VOU PRA AUSTRÁLIA” (ou pra onde quer que esteja indo né, no meu caso Austrália). Mas a ficha não cai um mês antes, nem quando se faz as malas, nem quando se chega no aeroporto, nem quando se chega em Sydney, a ficha só cai quando você chega na host family, desfaz as malas, senta na cama, olha envolta e pensa “CACETE, EU NA AUSTRÁLIA” e agora não tem mais jeito, você já tá no seu quarto, no dia seguinte já vai pra escola, já compra uniforme e mas rápido do que você imagina você já tá até fazendo dever de casa em inglês.

Tá, a adaptação deve ser diferente de intercambista pra intercambista, mas como esse é o meu blog, vou falar como foi pra mim:

Primeiro cheguei em Sydney, só alegria né, todo mundo animado, tirando fotos, ligando pros pais pra avisar que o avião não caiu e que comeu tudinho na janta (tô zoando, mas os pais ficam seriamente preocupados com TUDO, e a minha mãe realmente pergunta se eu tô comendo direitinho ¬¬). Dai, depois de um final de semana MUITO FODA a gente acorda, leva as malas pra porta do hotel e pega a van pro aeroporto e a partir daí é cada um por si. Encontrei a family, aproveitamos meu primeiro dia na praia, dai voltamos pra casa e eu vim pro meu quarto. Acho que foi um dos dias que eu mais chorei na minha vida.

Não tô querendo deixar ninguém apavorado, muito menos com peninha de mim, só tô contando como é, porque acho interessante pras pessoas entenderem e bah. E se tiver alguém lendo que quer fazer intercâmbio, é bom saber disso tudo…

Então, tirando a morte do meu pai, as primeiras semanas de intercâmbio foram o período que eu mais chorei na vida. (Não tô dizendo “não façam intercâmbio”, muito pelo contrário, façam sim. É foda e ajuda a crescer.) Na primeira semana eu me senti muito sozinha e chorava sempre que não tinha ninguém por perto, me senti abandonada, isolada do mundo e pela primeira vez eu entendi o que as crianças sentem quando choram e dizem “eu quero a minha mãe!”. Sério, era o pensamento mais forte da minha cabeça, eu de repente tava sozinha, sem ninguém pra conversar, sem minha mãe pra me entender, tendo que lavar minha roupa, minha louça, fazer todas as minhas coisas, comprar minha comida, meu shampoo, condicionador, material e tudo que eu jamais pensei em sair pra comprar sem a minha mãe. Não tô falando que sou uma retardada dependente, é que eu simplesmente gosto da companhia dela, me sinto segura. E de repente toda essa segurança tá lá do outro lado do mundo. Vou confessar que senti uma puta vontade de sair correndo e volta pra casa, mas sou mais macho que minha vontade, então tô aguentando, afinal é pro meu bem.

Mas foi ficando mais fácil, eu conheci pessoas e comecei a falar com o pessoal que tá fazendo falta,  percebi que as coisas não mudaram muito no Brasil e não vão mudar porque eu tô aqui na Austrália. Depois de uma semana e meia mais ou menos parei de chorar todo dia (e nada de me zoar se você nunca fez intercâmbio, é tenso de aguentar) e fui começando a chorar beeem menos, até que eu parei. Tá, mentira, eu ainda tenho uns surtos de vez em quando e bate muita vontade de estar em casa, vendo Fantástico e comendo pipoca com a minha mãe ou outra coisa assim, típica da minha vida de Brasil. Mas é bem de vez em quando mesmo.

Também morri de saudades, e tô morrendo ainda, dos meus amigos lindos, da minha família linda, dos meus cachorros lindos e do meu namorado maravilhoso (e nada de discordarem de mim, ouviram?).  Se você se enquadra em uma dessas coisas, saiba que você é importante pra mim, mesmo que eu talvez nunca tenha dito isso.

É difícil ainda, mas a cada dia eu vou superando e vou me convencendo de que o tempo passa rápido e só o que vai ficar é essa experiência maravilhosa, então homesick ou não, não me arrependo nem um tiquinho de estar fazendo intercâmbio. =D

Beijos pros meus amigos e pra todo mundo que costumava fazer parte do meu dia-a-dia, tô morrendo de saudades de todo mundo!! E beijos pra você que veio aqui ler meu blog, brigadiinha!

1 comentário

Arquivado em Intercâmbio

Fringe Street Festival

Boa diia povinho bonito do meu Brasil querido! Boa noite povinho bonito da minha Australia querida!

É, eu sei que eu tô há bem umas semanas sem postar e isso é uma coisa que eu não quero fazer de novo (embora eu ache que seja difícil, pq eu tenho uma montanha de dever de casa pra fazer e, por incrível que pareça, eu tenho feito meus deveres de casa). Então vou começar por 19 de fevereiro, que foi um dia FODA, porque foi a abertura do Fringe Street Festival.

Então, tudo começou assim: acordei, entrei na internet como sempre, dai deu uma hora, comi uma ameixa porque, sabe como é né, a galera aqui não almoça (me revolto com isso), dai fiquei no msn até umas 4 da tarde, daí eu tomei meu banho, me arrumei, me despedi da galere do brasil que tava falando comigo e saí. \o/ Daí começou minha aventura.

Cheguei no ponto de ônibus né, pela primeira vez o maldito ônibus não chegou no horário certinho (pausa pra explicar uma coisa: aqui os ônibus têm timetable, vc pega a tabelinha e sabe exatamente onde o ônibus para em cada minuto exato, por exemplo, aos sábados, o ônibus de glenelg sai de um ponto na cidade às 2 e SETE, não é 2 e cinco, nem duas e dez, é duas e SETE, mas ok, a gente releva), enfim, entrei no ônibus, dois pontos depois o maldito do motorista mandou todo mundo descer do ônibus e ir andando pra cidade. Sim meus amores, ANDANDO. Foi aí que eu entrei em desespero, não fazia ideia de como chegar na cidade andando daquele cu de ponto de ônibus, pedi informação pra pessoa mais informada do ponto, um chinês. Ele foi até beem simpático e foi comigo até a Rundle Mall (graças a deus, pq se me largassem ali eu ia sentar e chorar, tá, mentira, mas ia ser tenso). No caminho passamos por toda a concentração da parada que ia começar mais tarde, muito bonita por sinal, mas enfim, liguei pros brasileiros e encontrei com eles na Rundle Mall. Pra falar a verdade, não só com os brasileiros, com as alemãs também, e ficamos andando juntas: eu, a Bárbara (paulista), a Luara (paulista) e duas alemãs fofíssimas que eu não consigo lembrar o nome.

Daí os meninos foram buscar sei lá quem na estação de tram e nós fomos ver a parada. Da parada nós fomos comer no querido subway (foto aqui de cima) e depois fomos pro lugar que ficava o palco principal. Encontramos com os meninos lá e ficamos por lá até umas 9:30.

Daí a Barbara e as Alemãs foram embora e eu fui com a Luara procurar uns amigos dela, australianos. Achamos os amigos, o mlk disse que quando me viu de longe achou que eu fosse japonesa -FUUUUUUUUU. Mas então, dai ele viu que eu não era japonesa néah, e a gente foi andar pela cidade lotada de gente (SIM, adelaide city estava LOTADA). Acabou que nós achamos os meninos brasileiros e eu fui andar com eles. Dai a gente foi no subway, já era quase meia noite e eu lembrei que eu tinha que estar em casa até meia noite -FUUUUUUUUUU[2].

Ok, nada de pânico (mentira, eu tava com o cú na mão já – e eu sei que cú não tem acento, mas eu acho mais simpático com acento), fui pra fila do taxi, que tava ENORME. Fiquei vinte minutos na maldita fila, entrei no taxi era meia noite e 15 já. Dai eu olhei pro motorista e vi que o cara era muçulmano -FUUUUUUUUU[3] (nada contra muçulmanos, vou explicar meu desespero daqui a pouco).

Ok, já tava no taxi e já tinha esperado muito, eu TINHA que vir logo pra casa. Dai eu falei “I’m going to Hewitt avenue, please”, dai o cara olhou pra mim com cara de “oi?” dai eu falei “Do you know Kensington Road?” ele continuou com cara de “oi?” -WTF? KENSINGTON ROAD É TIPO CONDE DE BONFIM!!- dai eu falei “Rose Park, to the east” dai o taxista, ainda com cara de “oi?” ,começou a andar.

Gente, nesse dia descobri que taxista é bicho escroto em qualquer lugar do mundo -nada contra taxistas VÔ, TE AMO!- o sujeito mais perdido que eu começou a dar várias voltas na merda da cidade porque tinha umas ruas fechadas, dai nem pude reclamar, dai eu fiquei tranquila quando vi a rua que ele tinha que ter pego 10 minutos antes. Era minha boa e velha Kensington Road. Eu, não mais perdida, comecei a guiar o taxista, ainda perdido. “Please, turn right there, turn left here, stop there” é, eu realmente guiei o motorista. E O FILHO DA PUTA TINHA GPS, POR QUE DIABOS NÃO LIGOU A MERDA DO GPS?? Mas então, cheguei em casa, demorei duas horas pra achar o buraco da fechadura e dei graças a deus por não ter ninguém acordado, afinal eu estava meia hora atrasada. =D Assim terminou um dia MUITO PICA.

Agora vou explicar meu desespero com taxistas muçulmanos: eles não sabem andar na cidade (a Luara tinha me falado isso no dia do Fringe), têm GPS e não usam e, pra piorar, uns anos atrás o povo tava revoltado porque eles estavam estuprando as mulheres aqui em Adelaide, porque eles acham normal, eles podem fazer isso no país de onde eles vêm. Mas graças a deus tomaram providências e isso parou, mas que bateu um cagaço fudido bateu.

Enfim gente, mais uma vez, desculpa por todo esse tempo sem postar, desculpa mesmo. E obrigada a quem tava acompanhando e sentiu falta quando eu dei uma parada, achei isso muito fofinho. *-*

Beijos e obrigada por passar por aqui. =*

2 Comentários

Arquivado em Intercâmbio