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O Viajante

Oi gente, tá aí um post novo pra vocês saberem um pouquinho mais sobre o que eu tenho passado aqui.

Pra começar, quero muito falar de uma música do Forfun, do álbum polisenso que quando eu ouvi me identifiquei com ela na hora. Parece até que escreveram depois de fazer intercâmbio. Tô falando de O Viajante.

O Viajante – Forfun

É, o tempo é uma coisa relativa
Se hoje fosse ontem, amanhã seria hoje
De qualquer forma eu to tranqüilo
Do jeito que tá que tá bom
Como dizia o síndico
Vai saber o que o gorila pensa

Pedi minhas contas, viajei e caí no mundão
Vou ver o mundo tendo o mundo como anfitrião
Florestas, rios, cidades e litorais
Pessoas, sentimentos, tradições e rituais
Colocarei meus pés em trilhas, pedras, manguezais
Fazendo o elo entre meus filhos e meus ancestrais
Serei sincero com o meu verdadeiro ser
Quero servir, quero ensinar, eu vim pra aprender

Me sinto em casa em qualquer lugar
Mas sou turista em todos
Sou viajante em qualquer lugar
Sou uma parte do todo

Num sonho eu era como o vento e podia voar
Voei pra ver as maravilhas de cada lugar
Dancei com os índios, mergulhei entre os corais
Troquei idéia com um coroa que era demais
Vi dreadlocks e confetes bailando no ar
E três amigas se abraçavam de se transbordar
Agradecido, aplaudi o pôr-do-sol
Por onde for terei seu fogo como o meu farol

Me sinto em casa em qualquer lugar
Mas sou turista em todos
Sou viajante em qualquer lugar
Sou uma parte do todo

Ê mundão, seu filho venceu o breu
Unifiquei meu corpo ao teu
E já não existe mais “eu”

Me sinto em casa em qualquer lugar
Mas sou turista em todos
Sou viajante em qualquer lugar
Sou uma parte do todo

Me sinto em casa em qualquer lugar
Mas sou turista em todos
Um viajante interestelar
Sou uma parte do todo

Tá aí, o vídeo e a letra. Achei interessante colocar aqui, porque me identifiquei 100% com essa música. E aquela parte “dancei com os índios, mergulhei entre os corais” parece muito a discrição da viagem de Cairns aqui na Austrália, quem for vai dançar com índios (aborígenes) e mergulhar nos corais. =D Me identifiquei até com a primeira estrofe, porque lembrei de conversas sem nexo no Mc Donalds e do pai de Chico César. Como diria o Pedro (carioca e intercambista em Adelaide), a frase que resume nosso intercâmbio é “Eu sou o pai de Chico César.”

Então gente, agora vou dormir porque já postei demais, amanhã acordo cedo e tenho que estar disposta pra assistir sete tempos de aula. Espero que tenham gostado da música. =D

P.S.:se quiser, tá aí meu twitter e formspring, que eu uso com mais frequência, por serem mais práticos e rápidos:

  • twitter.com/vivimascarenhas
  • formspring.me/vivity
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